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GENEVE II : Outras imagens

Génève/Genebra

São tantos anos, tantas vezes que já visitei Génève, que tenho-a bem presente nos meus  olhos, nos meus sentidos e clara na minha memória. Ao longo do tempo, vi a cidade sempre igual no essencial, mas com adereços em função de cada momento, da cada acontecimento, como é normal numa cidade internacional, aberta ao mundo, cosmopolita, moderna, mas sem desvirtuar-se.
A minha memória de Génève é também parte de mim. Não é impunemente que se conhece uma cidade, deixa-nos marcas, lembranças, entre nós há o tempo, o olhar e o coração.
Descobri Génève com o encanto de desvendar uma cidade nova, estrangeira, onde quase tudo e muito era novidade, para quem vinha de um País periférico, de uma Região insular, aqui encontrando o mundo, na sua inovação e progresso, na sua história, nos seus desafios, num universo que se apresentava avançado para o tempo, com particularidades, com aspectos civilizacionais distintos, nesta cidade e neste País modelo, aberto a todas as raças, numa convivência surpreendente.
Encontrei nesta cidade um mundo à frente, vi nas ruas arte, nas pessoas ideais de universalidade, misturei-me nas ruas, vivi as festas e acontecimentos, como se voasse no sonho.
Li jornais franceses, via em primeira mão a TV de tantos canais e a cores, quando  Portugal titubeava com ou ou dois canais cinzentos, mergulhei na realidade suiça, senti as emoções da vida local, neste mosaico de tradições e linguas, neste País, tão distinto entre a parte francesa, a alemã, a italiana e a romanche.
Todos os anos, passava em Génève, duas semanas, a acompanhar os trabalhos da OIT e era uma viagem a um mundo novo, uma aventura de descoberta e encanto, com tanta inovação e evolução e isso uniu-me a esta cidade, uma referência no meu imaginário e na minha vida.
Entender-se-à assim o que Génève significa no meu processo de crescimento intelectual e pessoal e este liame de vida que nos une.
Subpáginas (1) GENEVE III
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